Saturday 15 May 2021
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campogrande - 22 days ago

Um mês Anderci morrer, namorado alega internação para não depor de novo

Internado há 3 dias em uma clínica de reabilitação para dependentes químicos, o namorado da professora Anderci da Silva, que morreu no dia 22 de março, no Hospital da Cassems, em Campo Grande, onde foi deixada, à porta com um tiro nas costas, um mês antes, deverá ter o segundo depoimento adiado. Segundo o delegado responsável pelo caso, Enilton Zalla, da 2ª Delegacia de Polícia Civil, no Bairro Monte Castelo, o advogado do homem de 26 anos, Jean Carlos Cabreira, apresentou petição na delegacia informando que o cliente não estaria em condições de ser ouvido, pois está internado em uma clinica. “Ele já foi ouvido uma vez, só queria ouvi-lo novamente para esclarecer algumas dúvidas que ficaram”, explicou o delegado. Quando se apresentou na 3ª Delegacia, onde o caso foi registrado primeiro, o namorado da professora disse que ambos estavam fazendo um assalto, que levaram uma bicicleta e, quando deixavam o local, surgiu um motociclista atirando contra o carro. A polícia por enquanto segue atrás da vítima desse roubo da bicicleta. “Estamos procurando a vítima para imputá-lo nesse roubo”, afirmou. Também não há ainda qualquer informação sobre o motociclista. Imagens de câmeras de segurança foram prejudicadas, pois quando a polícia soube da morte de Anderci, o crime já havia ocorrido há um mês. A câmera de segurança que, possivelmente, gravou as cenas do crime não guarda as imagens por tanto tempo. Mistério -  Testemunhas foram ouvidas, porém ninguém relatou ter visto algo que possa ajudar. Delegado ainda esclareceu que o laudo da perícia feita no carro de Anderci ainda não saiu o resultado. Segundo o advogado do suspeito, O namorado da vítima foi internado na clínica dia 19 de abril, um dia antes de ser intimado, portanto aguarda uma nova data para ser ouvido em outra oportunidade. Estávamos aguardando [a intimação], mas apresentou um quadro que foi necessário interna-lo , disse. Crime - O homem  por enquanto é tratado como testemunha do caso, por isso sua identidade é preservada.  Em depoimento anterior, tomado em 9 de março, afirmou ter sido ele a pessoa que levou a mulher ferida para o hospital. Pela versão contada pelo namorado, o tiro contra Anderci foi disparado de fora do carro dela, um Voyage, durante fuga de crime cometido pelo casal. De acordo com ele, o carro de Anderci tinha marca de tiro e de sangue dela. Ferida, ela foi transportada até a porta do hospital em uma camionete, segundo as informações iniciais do caso. Ela tinha 44 anos e havia se mudado de Dourados, onde era concursada, para viver com ele em Campo Grande. Indagado sobre o motivo que fez o rapaz abandonar a mulher ferida na porta do hospital, o advogado dele, Jean Cabreira, alegou que o cliente não tinha “condições psicológicas” para ficar com ela no momento. Não foi detalhado por ele o motivo disso.


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