Thursday 13 May 2021
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campogrande - 29 days ago

Um ano depois, dois vão a júri por matar funileiro depois de furtar cartão

Vão a júri popular, em data a ser marcada ainda, os dois homens que, em primeiro de abril do ano passado, mataram o funileiro Adimilson Estácio, mde 44 anos, e usaram o cartão do banco dele para fazer compras no valor de R$ 1,6 mil.   O juiz responsável pelo caso, Carlos Alberto Garcete, da 1ª Vara do Tribunal do Júri, entendeu haver indícios suficientes para que  Jorge Augusto Nogueira de Oliveira,  o Jorginho , de 32 anos, e Alex Gonçalves de Oliveira, de 25 anos, sejam julgados por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.  A sentença é do dia 25 de março e, agora, está transcorrendo o prazo de citação tanto da defesa quanto da acusação.   Se houver recurso, haverá o julgamento a respeito, e disso dependem os próximos andamentos. Se a pronúncia dos réus for mantida, o juiz marcará  o julgamento, quando ouvir acusação, defesa, e réus são ouvidos na frente do júri de sete pessoas. Elas definem se o acusado é culpado. O juiz aplica a pena conforme a previsão legal. Desaparecimento - A vítima ficou duas semanas sumida. O corpo foi achado enterrado em área próxima a córrego do município de Rochedo, a 74 quilômetros da Capital. Os assassinos ainda jogaram a moto da vítima no leito do manancial.  Foi preciso uma operação com auxílio dos bombeiros para retirar a motocicleta. Durante o desaparecimento do funileiro, a família chegou a protestar em frente à DEH (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídios), responsável pela procura de Ademir e dos assassinos.  Ambos já haviam trabalhado para o funileiro e por isso conseguiram pegar o cartão dele. A morte, segundo a denúncia, ocorreu quando Adimilson descobriu o furto. Ele recebeu uma pancada de um objeto de ferro na cabeça, dentro da próxima oficina, no Bairro Pioneiros.   Jorge Augusto chegou a ajudar na busca, fazendo postagens, e até dando entrevista, com informações que se revelaram mentirosas.  Os dois seguem presos pelo crime e vão ficar assim até o julgamento, segundo a decisão de Garcete. O processo corre em sigilo.


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