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folha - 10 days ago

Em 1ª crise, Moro adota auxílio padrão a estado sem exigir uma contrapartida

No segundo dia como chefe da segurança pública do país, Sergio Moro, que até então não tinha experiência na área, se deparou com sua primeira crise. Uma onda de violência explodiu no Ceará, estado governado pelo PT, partido adversário do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Os primeiros ataques ocorreram à noite, entre os dias 2 e 3 de janeiro. O governador Camilo Santana pediu o apoio da Força Nacional de Segurança Pública.

Moro, ministro da Justiça e da Segurança Pública, a princípio, negou. Disse que a tropa iria caso houvesse deterioração da segurança . Depois, cedeu e adotou um discurso de cooperação. Enviou 300 homens e, dias depois, mais 100. Na madrugada deste sábado (12), criminosos usaram explosivos para derrubar uma torre de transmissão de energia em Maracanaú, cidade da Grande Fortaleza.

Na avaliação de analistas de segurança, a resposta do ministro da Justiça foi ágil, mas padrão, seguindo o que outros governos fizeram desde que a tropa foi criada, em 2004: Moro enviou o contingente sem exigir contrapartidas, como planos de segurança que poderiam evitar futuros colapsos. Leia mais (01/12/2019 - 16h00)

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